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Apoio às famílias

O apoio que uma instituição pode proporcionar às famílias

O apoio que uma instituição pode proporcionar às famílias

A experiência da Pandorga e os depoimentos de familiares ao longo dos anos indicam que o apoio de uma instituição às famílias de autistas pode e deve acontecer nas seguintes dimensões:

1. Liberar as mães
Ao cuidar de uma pessoa autista por meio turno ou turno inteiro, nos dias úteis da semana, a instituição proporciona à mãe a possibilidade de cuidar de si, de gerar renda, de zelar pelos demais membros da família, de aperfeiçoar-se profissionalmente.

2. Orientar sobre o autismo
Cabe à instituição esclarecer às mães e demais familiares sobre o autismo, para que possam compreender o que se passa com a pessoa atingida por essa síndrome, entender seu comportamento e aprender a lidar com tal comportamento, de modo a obter a melhor qualidade de vida possível para a pessoa autista e para toda a família.

3. Proporcionar orientação básica sobre a educação de filhos em geral
Crianças autistas não devem ser mimadas e necessitam das mesmas normas básicas de educação como os outros filhos (limites, disciplina, regras de convívio, higiene, alimentação, saúde). Quanto mais cedo aprenderem limites e regras de convivência, tanto melhor conseguirão manejar sua vida em sociedade.

4. Orientar e encaminhar para a obtenção de direitos sociais
Esse papel pode ser necessário em fases iniciais, sobretudo para famílias mais fragilizadas e menos articuladas, até que consigam mover-se com autonomia.
A informação repassada pela instituição, que lida com a pessoa autista no seu dia-a-dia, pode contribuir em muito para que o médico neurologista ou pediatra acerte a medicação.

5. Proporcionar oportunidade de orientação profissional sobre as relações familiares
Uma família precisa ser orientada profissionalmente para evitar que relações anômalas se desenvolvam a partir da presença da pessoa autista. Não é fácil dar-se conta de que o autista é um e não o número um da família.

6. Proporcionar oportunidade de orientação profissional sobre os direitos da pessoa com autismo e de sua família
Isso implica conhecimentos básicos sobre os direitos ancorados na Constituição Federal e na legislação, sobre as instâncias a serem acionadas e os procedimentos e estratégias a serem exercitados no empenho pela obtenção de tais direitos.

7. Proporcionar espaço sócio-educativo e terapêutico
A Pandorga aprendeu, ao longo dos anos, que mães de autistas precisam de um espaço onde se sintam ouvidas, onde possam se encontrar, conversar, falar de assuntos que para elas são importantes e que outras pessoas não entendem. Necessitam de um espaço onde também possam simplesmente descansar, desligar, recolher-se, pensar em si, sem obrigações e compromissos incessantes.

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