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O atendimento prestado pela Pandorga

Princípios e métodos

Princípios e métodos do atendimento prestado pela Pandorga

A Pandorga valoriza sobremaneira os seguintes princípios e métodos:

(a) Da pedagogia em geral:

  • maiêutica: no caso da Pandorga, esse método socrático consiste em induzir o interlocutor, por maiores que sejam suas limitações, a descobrir e desenvolver seus dons e potencialidades; daí resulta, para a pessoa atendida: valorização, auto-estima, identidade;
  • respeito: por mais que esteja prejudicada, a pessoa é merecedora do mais absoluto respeito. Isso implica, para o quadro técnico, atitudes como: tratar a pessoa atendida como sujeito de convivência e não como objeto de cuidado; valorizar as pessoas atendidas como seres humanos integrais, com potencialidades, desejos e sonhos; dispor-se a “ouvir” e perceber inquietudes, angústias e alegrias de pessoas com enormes dificuldades de expressar-se; não levantar a voz; não “falar sobre” a pessoa na sua presença etc.
  • afeto: afetividade é “a única saída para a educação” (Maria Augusta Sanches ROSSINI, Pedagogia afetiva, 6.ed., Petrópolis: Vozes, 2004, p.15). Implica, para o quadro técnico, atitudes como: dispor-se a atuar como pessoas de referência a longo prazo; dar calor humano, abraçar; fazer festa, dançar, cantar, conviver; erguer quem está angustiado e alegrar-se com os que se alegram;
  • limites: este princípio fundamental da educação é particularmente pertinente no caso da pessoa com deficiência mental. O quanto antes for confrontada com seus limites, mais chances terá sua integração à família e à sociedade;
  • rotina: ritmos e rotinas, que são essenciais na vida de uma pessoa dita normal, tornam-se imensamente mais importantes na vida de pessoas com autismo. Para a Pandorga e seu quadro técnico isso tem implicações fundamentais na organização do tempo e do espaço das pessoas e dos grupos atendidos.

(b) Da educação especial:

  • tirar da reclusão: tirar as pessoas atendidas da reclusão de seus lares e socializá-las, integrando-as na medida do possível à vida da sociedade;
  • manejo autônomo da vida: apoiar as pessoas atendidas a desenvolverem o maior grau possível de autonomia no manejo de suas vidas (alimentação, higiene, vestir-se, conduzir-se etc.);
  • trabalho em centro de convivência: cultivar a vida em grupo, em regime de no mínimo meio turno diário, preferencialmente de turno integral, fomentando as pessoas atendidas a se comunicarem entre si e a construírem uma comunidade com seus pares;
  • proporcionar ambiente adequado às necessidades específicas das pessoas com autismo.

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